02.08.04
Acordei cedo. Meu primeiro dia de trabalho após as férias. No banheiro deixei a água fria do chuveiro me ‘cortar’ em pedaços. No espelho reparei no meu rosto. Minhas expressões. E minha barba por fazer.
Abri o armário e peguei meu jeans preferido. Vesti uma camiseta e por cima um blazer Hugo Boss. Corri até a cozinha e deixei a água esquentando na cafeteira. Olhei para o relógio e vi que estava em cima da hora. O pior é que a estação de metrô ficava um pouco distante do condomínio. Ainda teria de trocar na estação Ana Rosa até chegar ao Trianon-Masp. Aceleraria meus passos ou chegaria atraso na empresa.
Na agência, meu supervisor, dava boas vindas e uma pilha de PI’s para checkin’ mensal. Todo mês controlávamos o material comercial que era direcionado para os meios de comunicação e que por sua vez tinha uma empresa de auditoria que fiscalizava tudo.
Depois de reuniões com executivos de atendimento de algumas rádios, corri até área de serviço. Precisava fumar. E lembrei que precisava abrir minha mala, pois as roupas com certeza já estavam podres. Falei com D. Graça, a copeira da agência, minha segunda mãe. Voltei para sala e fiz algumas ligações importantes, reservei alguns anúncios para o jornal Folha e marquei outra reunião para começar a fazer o plano de mídia da nova campanha de um antitranspirante de uma multinacional.
Depois de um dia corrido, cheguei a casa e olhei pela janela a cidade. Um barulho infernal, som de sirene, buzina de carros... Fechei todas as portas e as janelas e me tranquei no quarto. Abri aquela maldita bolsa e tirei tudo de dentro. Reparei no meu livro ‘A Morte em Veneza’ e percebi que tinha um envelope entre as páginas. Meu coração ‘parou’ ali mesmo. Literalmente Adriano ainda estava entre minhas coisas.
Abri o armário e peguei meu jeans preferido. Vesti uma camiseta e por cima um blazer Hugo Boss. Corri até a cozinha e deixei a água esquentando na cafeteira. Olhei para o relógio e vi que estava em cima da hora. O pior é que a estação de metrô ficava um pouco distante do condomínio. Ainda teria de trocar na estação Ana Rosa até chegar ao Trianon-Masp. Aceleraria meus passos ou chegaria atraso na empresa.
Na agência, meu supervisor, dava boas vindas e uma pilha de PI’s para checkin’ mensal. Todo mês controlávamos o material comercial que era direcionado para os meios de comunicação e que por sua vez tinha uma empresa de auditoria que fiscalizava tudo.
Depois de reuniões com executivos de atendimento de algumas rádios, corri até área de serviço. Precisava fumar. E lembrei que precisava abrir minha mala, pois as roupas com certeza já estavam podres. Falei com D. Graça, a copeira da agência, minha segunda mãe. Voltei para sala e fiz algumas ligações importantes, reservei alguns anúncios para o jornal Folha e marquei outra reunião para começar a fazer o plano de mídia da nova campanha de um antitranspirante de uma multinacional.
Depois de um dia corrido, cheguei a casa e olhei pela janela a cidade. Um barulho infernal, som de sirene, buzina de carros... Fechei todas as portas e as janelas e me tranquei no quarto. Abri aquela maldita bolsa e tirei tudo de dentro. Reparei no meu livro ‘A Morte em Veneza’ e percebi que tinha um envelope entre as páginas. Meu coração ‘parou’ ali mesmo. Literalmente Adriano ainda estava entre minhas coisas.







Eric toma um carater bem paulistano! Voce descreve muito bem Budapeste!
P.S. Tente amenizar alguns consumos para que a personagem nao pereca materialista.
A xxx
Ai!
quero mais!
hoje a tarde tem mais..
chocolate meio amargo.. hummm deu vontade! :)
beijos!
A questão é q sou extremamente consumista. Por roupas, lógico.
Ok, esse final me instigou.
E depois eu que escrevo bem. ¬¬"