Amigos
Sábado, 31 de julho de 2004. Lá fora a temperatura marcava 16º C. Como não suportava frio me agasalhei. Liguei a TV e não estava passando nada de útil. (TV aberta é um saco... E olha que trabalho como mídia, mas é a pura verdade). Desliguei, fui até a cozinha e preparei um chá. Precisava me esquentar ou morreria ali mesmo.
Poderia matar o tempo lendo, mas o livro que levei para Budapeste estava dentro de minha mala. Que por sinal não tive coragem de abri-la. Preferi deixar Thomas Mann de lado. Peguei meu celular e disquei para Otávio. Que por sua vez ligou para Valentina. Que correu até a casa de Clara. Liguei também para Dan, mas ele tinha ido visitar os pais no interior.
Depois de uma hora estavam todos lá no apartamento. Quase não cabiam, pois o espaço era pequeno. Valentina comentou que começara a trabalhar como assessora de imprensa para um site especializado em cinema. Já Clara andava um pouco depressiva, pois estava sem perspectivas profissionais. Formou-se e percebeu que não havia feito nada durante os quatro anos de faculdade. Mas mesmo assim ela podia contar com seus amigos.
Otávio era o único pervertido da turma. Estava trabalhando como freelancer. Ele era fotógrafo, tirava fotos para revistas, eventos e até casamento. Esse último ele odiava, mas precisava de grana. Na verdade o que ele curtia era fotografar ensaios de nu masculino.
Combinamos ‘brincar’ de War, um joguinho que até ontem fazia parte de nossa infância. Afinal, nós quatro ali estávamos nos divertindo bastante e relembrando nosso passado. Momentos bons e ruins, mas sempre unidos, até porque amizade não se conquistava. Apenas se fazia.
Poderia matar o tempo lendo, mas o livro que levei para Budapeste estava dentro de minha mala. Que por sinal não tive coragem de abri-la. Preferi deixar Thomas Mann de lado. Peguei meu celular e disquei para Otávio. Que por sua vez ligou para Valentina. Que correu até a casa de Clara. Liguei também para Dan, mas ele tinha ido visitar os pais no interior.
Depois de uma hora estavam todos lá no apartamento. Quase não cabiam, pois o espaço era pequeno. Valentina comentou que começara a trabalhar como assessora de imprensa para um site especializado em cinema. Já Clara andava um pouco depressiva, pois estava sem perspectivas profissionais. Formou-se e percebeu que não havia feito nada durante os quatro anos de faculdade. Mas mesmo assim ela podia contar com seus amigos.
Otávio era o único pervertido da turma. Estava trabalhando como freelancer. Ele era fotógrafo, tirava fotos para revistas, eventos e até casamento. Esse último ele odiava, mas precisava de grana. Na verdade o que ele curtia era fotografar ensaios de nu masculino.
Combinamos ‘brincar’ de War, um joguinho que até ontem fazia parte de nossa infância. Afinal, nós quatro ali estávamos nos divertindo bastante e relembrando nosso passado. Momentos bons e ruins, mas sempre unidos, até porque amizade não se conquistava. Apenas se fazia.







Fiquei de mal, viu! :0
Não tenho bons amigos no Interior.
Acredito que as melhores amizades se façam na faculdade.
Invejo sua amizade.
Não gosta de frio?
Gosta de chás?
E eu também não desamurro a mala. Se deixar, passo o mês sem abri-la.