Budapeste, jun/04
Após horas de viagem e um code share programado no Aeroporto Internacional Charles de Gaulle em Paris, cheguei exausto na capital húngara. Ainda passei pela sala de imigração e alfândega. Preenchi um formulário de rotina. Já no posto de informações perguntei a recepcionista: “Hi, I don’t speak hungarian. Could you tell me where is the station bus, please?”. A jovem muito atenciosa informou: “Turn to the right and go on”. “Ok, thanks”.
Depois de solicitar outras informações e comprar um mapa da cidade, me encaminhei para estação de ônibus. Já dentro da condução fiquei observando a paisagem. Estava impressionado com a arquitetura, porém havia pontos negativos. Como qualquer grande metrópole tem seus problemas e um deles é de pessoas mendigando nas ruas. Mas como sabemos tratar-se de um país europeu temos a impressão que é tudo perfeito, mas por outro lado estamos falando do lado pobre do continente.
“Good afternoon, I look for Mr. András Sziraki”. Quase não conseguia pronunciar o nome do indivíduo. “I’d like to make a reservation. I want a double room without air conditioner and private bath. Sr. Sziraki disse: “Ok. Please fill out the registration”. “How much is the rate?”. “15 € (fifteen euros)”. Eu muito curioso aluguei o Sr. András. “May I ask you some questions?”. “Can you tell me where is the bookstore? Cafeteria? ATM? Exchange? Laundry service? And cigarettes? Tirei todas as dúvidas possíveis e inimagináveis com o velhinho proprietário do albergue localizado no centro da cidade.
Alguns dias se passaram e eu ainda continuava na ativa. Andei por todos os lugares e conheci gente das mais variadas tribos. Quando sábado chegou me preparei para rave que iria rolar na cidade de Miskolc, um lugar localizado no nordeste do país. Era mais ou menos umas 2hs de trem. E minha szórakozás estava garantida.
[...]
Havia tanta gente com pirulito na boca e uma garrafinha pet d’água na mão que fiquei pensando (Isso é uma rave ou uma convenção de drogados?). Já estava com tédio do local, quando de uma hora para outra no meio da multidão, o vi. Não, ele me olhou. Opsss, não importava a ordem. Não tomei ecstasy, mas meu coração disparou e vi luzes. Adriano aproximou-se e perguntou: “Que surpresa você aqui. Não acredito em destino, mas em acaso, sabia?”. Eu disse: “Ou sorte, né?”. Aí ele falou: “Talvez eu tenha ganhado na loteria então, né?”.
Depois de solicitar outras informações e comprar um mapa da cidade, me encaminhei para estação de ônibus. Já dentro da condução fiquei observando a paisagem. Estava impressionado com a arquitetura, porém havia pontos negativos. Como qualquer grande metrópole tem seus problemas e um deles é de pessoas mendigando nas ruas. Mas como sabemos tratar-se de um país europeu temos a impressão que é tudo perfeito, mas por outro lado estamos falando do lado pobre do continente.
“Good afternoon, I look for Mr. András Sziraki”. Quase não conseguia pronunciar o nome do indivíduo. “I’d like to make a reservation. I want a double room without air conditioner and private bath. Sr. Sziraki disse: “Ok. Please fill out the registration”. “How much is the rate?”. “15 € (fifteen euros)”. Eu muito curioso aluguei o Sr. András. “May I ask you some questions?”. “Can you tell me where is the bookstore? Cafeteria? ATM? Exchange? Laundry service? And cigarettes? Tirei todas as dúvidas possíveis e inimagináveis com o velhinho proprietário do albergue localizado no centro da cidade.
Alguns dias se passaram e eu ainda continuava na ativa. Andei por todos os lugares e conheci gente das mais variadas tribos. Quando sábado chegou me preparei para rave que iria rolar na cidade de Miskolc, um lugar localizado no nordeste do país. Era mais ou menos umas 2hs de trem. E minha szórakozás estava garantida.
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Havia tanta gente com pirulito na boca e uma garrafinha pet d’água na mão que fiquei pensando (Isso é uma rave ou uma convenção de drogados?). Já estava com tédio do local, quando de uma hora para outra no meio da multidão, o vi. Não, ele me olhou. Opsss, não importava a ordem. Não tomei ecstasy, mas meu coração disparou e vi luzes. Adriano aproximou-se e perguntou: “Que surpresa você aqui. Não acredito em destino, mas em acaso, sabia?”. Eu disse: “Ou sorte, né?”. Aí ele falou: “Talvez eu tenha ganhado na loteria então, né?”.







ai meu deus! to tensa!
quero saber o resto! Agora! :D
besos!
Não é só vc, Natalia... Tv estou ansioso para saber detalhes dessa história.
wow.
estamos chegando ao clímax...
[lendo e comentando!]