Sem ressentimentos
Que eu me lembre era uma quarta-feira, 14 de julho de 2004. Após um rápido happy hour, peguei um táxi em direção ao meu lar. O espaço estava uma bagunça e nem fiz questão de arrumar. Apenas tirei algumas peças de roupas jogadas pelo quarto e lavei a louça que já estava suja há dois dias.
Olhei para o relógio e vi que ele estava bem perto de chegar. Marquei por volta 21h30min. Tempo suficiente para despachar os últimos pedidos de inserção da agência e beber com os colegas de trabalho.
Depois de um banho relaxante, abri meu closet vesti uma bermuda e um moletom. Fui até a cozinha e preparei um misto quente. Era 21h29min e nada. Da sala ficava olhando para os cômodos que por sinal eram poucos. Liguei o aparelho de som e sintonizei uma rádio que tocava somente os clássicos. A música que rolava era ‘And I love him’ de Esther Philips. Sentei no sofá e fiquei ali escutando aquela canção.
Às 21h32min o interfone tocou. A música continuava... Fui até a porta e o vi. Ele estava perfeitamente lindo. Ali por alguns segundos nos olhamos e de repente às mágoas haviam passado.
O rosto pálido, fino, fechado, os cabelos negros de um liso ondulado, a boca rosada, o nariz reto, a expressão da perfeita beleza. Não tive como me conter. O beijei e deixei me levar pela canção porque ainda o amava.
Olhei para o relógio e vi que ele estava bem perto de chegar. Marquei por volta 21h30min. Tempo suficiente para despachar os últimos pedidos de inserção da agência e beber com os colegas de trabalho.
Depois de um banho relaxante, abri meu closet vesti uma bermuda e um moletom. Fui até a cozinha e preparei um misto quente. Era 21h29min e nada. Da sala ficava olhando para os cômodos que por sinal eram poucos. Liguei o aparelho de som e sintonizei uma rádio que tocava somente os clássicos. A música que rolava era ‘And I love him’ de Esther Philips. Sentei no sofá e fiquei ali escutando aquela canção.
Às 21h32min o interfone tocou. A música continuava... Fui até a porta e o vi. Ele estava perfeitamente lindo. Ali por alguns segundos nos olhamos e de repente às mágoas haviam passado.
O rosto pálido, fino, fechado, os cabelos negros de um liso ondulado, a boca rosada, o nariz reto, a expressão da perfeita beleza. Não tive como me conter. O beijei e deixei me levar pela canção porque ainda o amava.







wow!
o_O
uhmm.
não sei o que dizer.
e quando não há o que se dizer, se diz o silêncio.
(...)