A estagiária
02 de agosto de 2004. Uma segunda-feira fria. Uma segunda-feira com cara de domingo depois das 20h. Uma segunda terrível. Acordei com uma missão. Sexta passada meu supervisor exigira que comparecesse mais cedo ao trabalho, pois tinha gente nova na área.
Seria o mestre de cerimônia da nova estagiária que estava me substituindo. Lis Alves surgiu pontualmente às 7h e olha que o expediente normalmente começava às 9h, mas cedo assim só merecia porrada.
Fiquei responsável por passar todo procedimento. Ensinar a uso do sistema operacional, organizar os anuários, atualizar os dados dos veículos, fazer clipping... E o principal: torna-la íntima da impressora. Pois todos diziam que eu era o culpado por ‘quebrar’ eventualmente a máquina. Pra falar a verdade a impressora nunca funcionara bem. Era fato. E Lis precisaria de muita paciência porque éramos o setor que mais contribuía para o desmatamento florestal indiretamente. No mínino 200 folhas por dia. Todos os outros departamentos me odiavam por isso. Agora seria a Lis a vítima.
Lis era autodidata e isso me economizou tempo. Gostei dela desde o primeiro momento. Falava abertamente da minha relação com o Adriano e ela entendida dos assuntos me dando dicas sobre peças, lugares aonde ir, etc. Andávamos colado o dia inteiro pelos corredores. Fumávamos compulsivamente, juntos. Meu chefe comentou que tomasse cuidado se não acabaria gostando de xota. (Ah meu boss, ele realmente me amava).
Adriano me ligou no meio do trabalho e pediu que fosse ao escritório onde ele fecharia o contrato com uma editora independente para produção do seu primeiro livro. A empresa era nova no mercado e focava em novos talentos. Divulgava livros em eventos de RPG, anime e quadrinhos, além de sebos.
Lis me olhava atenta. Era cabeça aberta. Já queria me apresentar toda sua turma alternativa: Namorado integrante de banda rock, amigos ‘indie-chic-cult’ e suas amigas imaginárias, algumas ainda fãs de capricho e de bandinha mexicana pop.
O trabalho até que ficara mais divertido. Lis era uma companheira e tanto. Inteligente, bonita e acima de tudo apaixonada por mídia.
Seria o mestre de cerimônia da nova estagiária que estava me substituindo. Lis Alves surgiu pontualmente às 7h e olha que o expediente normalmente começava às 9h, mas cedo assim só merecia porrada.
Fiquei responsável por passar todo procedimento. Ensinar a uso do sistema operacional, organizar os anuários, atualizar os dados dos veículos, fazer clipping... E o principal: torna-la íntima da impressora. Pois todos diziam que eu era o culpado por ‘quebrar’ eventualmente a máquina. Pra falar a verdade a impressora nunca funcionara bem. Era fato. E Lis precisaria de muita paciência porque éramos o setor que mais contribuía para o desmatamento florestal indiretamente. No mínino 200 folhas por dia. Todos os outros departamentos me odiavam por isso. Agora seria a Lis a vítima.
Lis era autodidata e isso me economizou tempo. Gostei dela desde o primeiro momento. Falava abertamente da minha relação com o Adriano e ela entendida dos assuntos me dando dicas sobre peças, lugares aonde ir, etc. Andávamos colado o dia inteiro pelos corredores. Fumávamos compulsivamente, juntos. Meu chefe comentou que tomasse cuidado se não acabaria gostando de xota. (Ah meu boss, ele realmente me amava).
Adriano me ligou no meio do trabalho e pediu que fosse ao escritório onde ele fecharia o contrato com uma editora independente para produção do seu primeiro livro. A empresa era nova no mercado e focava em novos talentos. Divulgava livros em eventos de RPG, anime e quadrinhos, além de sebos.
Lis me olhava atenta. Era cabeça aberta. Já queria me apresentar toda sua turma alternativa: Namorado integrante de banda rock, amigos ‘indie-chic-cult’ e suas amigas imaginárias, algumas ainda fãs de capricho e de bandinha mexicana pop.
O trabalho até que ficara mais divertido. Lis era uma companheira e tanto. Inteligente, bonita e acima de tudo apaixonada por mídia.







nhumm...
Nice to meet you, Lis.
A Lis Flower.