O filme
Quarta-feira depois do trabalho os amigos compareceram ao meu apartamento. Adriano já não era convidado, praticamente morava comigo. Ele vivia com os pais, mas passava todas as noites no meu quarto.
Convidei Dan, Henrique e Otávio. Eles eram grandes amigos e faziam parte da minha vida diariamente. Não preparei nada, pedi a todos que levassem pizza.
Na sala enquanto falávamos sobre o dia a dia. Otávio comentara que estava saindo com um carinha. Porém não sabia em qual time ele jogava. Ele tinha uma mania de classificar os homens por partes ou subdividir em categorias: Ativo, passivo ou indeciso? Gay, bi ou enrustido? Ele era assim, doido.
Henrique me contou que continuava na mesma, após conhecer um indivíduo na SoGo, alimentava esperanças do fulano ligar. Após duas semanas e nada. Ele ainda acreditava no amor mesmo que não fosse correspondido.
Já meu amigo Dan estava ficando com um psicólogo. Mas não nutria nada de especial, pois analisava a mente masculina melhor que muitos deles por aí. Os homens só conseguiam raciocinar através do pau. Então ele apenas curtia o momento.
Eu não podia dizer o mesmo. Estava apaixonado e Adriano preenchia todas minhas expectativas. Estamos nos divertido naquela noite. Jogávamos baralho e ouvíamos piadas de mau gosto do Otávio. Que por sinal levou um filme de ‘terror’ para assistirmos após o jogo.
Ele dissera que vídeo era uma versão de ‘O Chamado’ de Gore Verbinski, aquele no qual quem assistisse a um tape misterioso morria em sete dias. Adriano estava curioso, pois adorava tudo que era relacionado ao universo do horror.
Já era quase 23h e resolvemos assistir ao bendito filme. Antes de colocar no DVD, Otávio comentou que queria emprestar esse suspense ao seu vizinho hetero. Foi quando me toquei que havia alguma coisa errada.
Quando o thriller começou a rolar o título já entregava tudo. The Hole. Era uma versão erótica cujo enredo garotos assistiam a uma fita e recebiam uma ligação dizendo que se tornariam gays em sete dias.
Lógico que assistir a um filme pornô ali com os amigos não tinha clima nenhum, mas o vídeo até que era interessante. Produzido por Wash West e super elogiado pela crítica americana como um dos melhores filmes do gênero. Sem contar que era estralado por Josh Hammer.
Depois que os meninos foram embora, eu e Adriano demos uma olhadinha novamente. Após observar atentas as imagens nos tornamos gays em 7 segundos e transamos ali mesmo na frente do astro Josh Hammer.
Convidei Dan, Henrique e Otávio. Eles eram grandes amigos e faziam parte da minha vida diariamente. Não preparei nada, pedi a todos que levassem pizza.
Na sala enquanto falávamos sobre o dia a dia. Otávio comentara que estava saindo com um carinha. Porém não sabia em qual time ele jogava. Ele tinha uma mania de classificar os homens por partes ou subdividir em categorias: Ativo, passivo ou indeciso? Gay, bi ou enrustido? Ele era assim, doido.
Henrique me contou que continuava na mesma, após conhecer um indivíduo na SoGo, alimentava esperanças do fulano ligar. Após duas semanas e nada. Ele ainda acreditava no amor mesmo que não fosse correspondido.
Já meu amigo Dan estava ficando com um psicólogo. Mas não nutria nada de especial, pois analisava a mente masculina melhor que muitos deles por aí. Os homens só conseguiam raciocinar através do pau. Então ele apenas curtia o momento.
Eu não podia dizer o mesmo. Estava apaixonado e Adriano preenchia todas minhas expectativas. Estamos nos divertido naquela noite. Jogávamos baralho e ouvíamos piadas de mau gosto do Otávio. Que por sinal levou um filme de ‘terror’ para assistirmos após o jogo.
Ele dissera que vídeo era uma versão de ‘O Chamado’ de Gore Verbinski, aquele no qual quem assistisse a um tape misterioso morria em sete dias. Adriano estava curioso, pois adorava tudo que era relacionado ao universo do horror.
Já era quase 23h e resolvemos assistir ao bendito filme. Antes de colocar no DVD, Otávio comentou que queria emprestar esse suspense ao seu vizinho hetero. Foi quando me toquei que havia alguma coisa errada.
Quando o thriller começou a rolar o título já entregava tudo. The Hole. Era uma versão erótica cujo enredo garotos assistiam a uma fita e recebiam uma ligação dizendo que se tornariam gays em sete dias.
Lógico que assistir a um filme pornô ali com os amigos não tinha clima nenhum, mas o vídeo até que era interessante. Produzido por Wash West e super elogiado pela crítica americana como um dos melhores filmes do gênero. Sem contar que era estralado por Josh Hammer.
Depois que os meninos foram embora, eu e Adriano demos uma olhadinha novamente. Após observar atentas as imagens nos tornamos gays em 7 segundos e transamos ali mesmo na frente do astro Josh Hammer.







Esse capitulo esta incrivel!
adorei as mensoes ao meu nome. hehehe
Saudades de vc.
A xxx
aushuahsuhasuhasuhaushuahs.
Você REALMENTE escreve bem.
("Você não viu nada ainda")