Feriado, sexo e rock’n’roll
Ainda bem que o feriado de 7 de setembro de 2004 caiu numa terça-feira. Agência de publicidade onde trabalhava entrou em recesso e só retornaria as atividades na quarta-feira. Já dava para perceber o calor. A primavera certamente seria quente nesta temporada.
Ao sair sexta do trabalho, fui até ao supermercado. Comprei só o kit de necessidade básica. Isso incluía cigarros e camisinhas. Fui até a locadora mais próxima e aluguei alguns filmes entre eles ‘Abaixo o amor’ com Renée Zellweger e Ewan McGregor. Eu era bem eclético em relação aos filmes, mas adorava especificamente comédia romântica.
Adriano passara a semana fazendo seu planejamento escolar. Organizando papeis e catalogando livros para debater em sala de aula. Tudo que ele fazia empenhava-se ao máximo. Mesmo sim não esquecera seu ‘filho’: continuava escrevendo seu livro que por sinal não tinha título. Ele só iria definir após concluir a história.
Meu ap. estava um pouco desorganizado. Não tinha como pagar diarista, pois torrava meu salário em roupas. E acima de tudo não sobrava tempo para limpar. As vestes acumulavam no canto do quarto. Como Adriano passaria o final de semana aqui precisaria ao menos aromatizar o local com um bom ar.
Meu menino neste dia chegou por volta das 21h e correu em minha direção. Deu-me um beijo avassalador e pulou direto na cama. Notei sua excitação e não me fiz de rogado. Transamos até cansar. Depois de horas de sexo, fui andando pelado em direção à cozinha colocar a água para ferver e preparar um macarrão.
Enquanto ele tomava banho, olhava os ingredientes. Não me considerava chef, mas sabia cozinhar bem. Meus amigos elogiavam principalmente meu yakisoba. Entendia de massas e fritava um ovo com magnificência. Adriano nunca reclamava dos meus dotes culinários.
Enquanto assistíamos ao filme, saboreávamos aquele macarrão ao atum. Mais tarde ficamos olhando da janela a cidade. Muitos pontos de luz. Vários edifícios e centenas de pessoas se locomovendo pelos espaços. No apartamento ao lado uma turma de jovens tocavam bateria e guitarra. Parecíamos vizinhos bisbilhotando a vida dos outros, mas na verdade curtíamos o estilo de vida paulistano. Enquanto muitos tinham uma vista para o mar, nós tínhamos como paisagem a intimidade das pessoas.
Os dias que se passaram e continuávamos grudados. Sentia o Adriano mais forte e revigorado. Transávamos no mínimo três vezes ao dia. Ficávamos um de frente ao outro no quarto olhando e reparando na fisionomia de cada um. Sentíamos nos corpos. Sentíamos também nossa temperatura. Estávamos conectados fisicamente. A química entre nós era perfeita. Amávamos-nos acima de tudo e curtíamos cada minuto que fosse nosso romance.
Ao sair sexta do trabalho, fui até ao supermercado. Comprei só o kit de necessidade básica. Isso incluía cigarros e camisinhas. Fui até a locadora mais próxima e aluguei alguns filmes entre eles ‘Abaixo o amor’ com Renée Zellweger e Ewan McGregor. Eu era bem eclético em relação aos filmes, mas adorava especificamente comédia romântica.
Adriano passara a semana fazendo seu planejamento escolar. Organizando papeis e catalogando livros para debater em sala de aula. Tudo que ele fazia empenhava-se ao máximo. Mesmo sim não esquecera seu ‘filho’: continuava escrevendo seu livro que por sinal não tinha título. Ele só iria definir após concluir a história.
Meu ap. estava um pouco desorganizado. Não tinha como pagar diarista, pois torrava meu salário em roupas. E acima de tudo não sobrava tempo para limpar. As vestes acumulavam no canto do quarto. Como Adriano passaria o final de semana aqui precisaria ao menos aromatizar o local com um bom ar.
Meu menino neste dia chegou por volta das 21h e correu em minha direção. Deu-me um beijo avassalador e pulou direto na cama. Notei sua excitação e não me fiz de rogado. Transamos até cansar. Depois de horas de sexo, fui andando pelado em direção à cozinha colocar a água para ferver e preparar um macarrão.
Enquanto ele tomava banho, olhava os ingredientes. Não me considerava chef, mas sabia cozinhar bem. Meus amigos elogiavam principalmente meu yakisoba. Entendia de massas e fritava um ovo com magnificência. Adriano nunca reclamava dos meus dotes culinários.
Enquanto assistíamos ao filme, saboreávamos aquele macarrão ao atum. Mais tarde ficamos olhando da janela a cidade. Muitos pontos de luz. Vários edifícios e centenas de pessoas se locomovendo pelos espaços. No apartamento ao lado uma turma de jovens tocavam bateria e guitarra. Parecíamos vizinhos bisbilhotando a vida dos outros, mas na verdade curtíamos o estilo de vida paulistano. Enquanto muitos tinham uma vista para o mar, nós tínhamos como paisagem a intimidade das pessoas.
Os dias que se passaram e continuávamos grudados. Sentia o Adriano mais forte e revigorado. Transávamos no mínimo três vezes ao dia. Ficávamos um de frente ao outro no quarto olhando e reparando na fisionomia de cada um. Sentíamos nos corpos. Sentíamos também nossa temperatura. Estávamos conectados fisicamente. A química entre nós era perfeita. Amávamos-nos acima de tudo e curtíamos cada minuto que fosse nosso romance.







Seu blog é fantástico.
A sua escrita é envolvente.
Eu acredito que quem deveria escrever um livro é você.E ele seria um suceeso, tenho certeza.E suas histórias são incríveis, engraçadas,reais, dinâmicas.
Gostaria de ler novos posts.Gostei muito, parabéns.
Encontrei seu blog sem querer... Digitando a palavra "persigo" no google, ele é o primeiro que aparece. O nome me chamou a atenção e resolvi ver do que se tratava. Fiquei encantada! Parabéns! Virei sempre ao seu blog dar uma lida. Vou colocar na lista de favoritos do meu. Se quiser dar uma passadinha por lá, será muitíssimo bem-vindo também. Abs!