De ángeles, diablos y diablos
13 de setembro de 2004. Neste dia me sentia a própria Andrea Sachs do livro ‘O Diabo veste Prada’. Meu chefe simplesmente me delegou todas suas funções, pois estaria fora do país para um congresso de comunicação em Buenos Aires. Só o ouvia falando: “Chega de incompetência, Amanda. Não me importa o que você fez...”, para outra funcionária que trabalhava no departamento de mídia que deixou escapar um erro com um cliente. Ela ficou nervosa, pois era algo importante. Uma troca de PI’s que foram alteradas.
“Eric, confirma toda minha agenda... Fica a par da situação. Conversa com os diretores da empresa de mídia exterior... Vá até o comercial da Globosat, defenda o planejamento de mídia... Depois acompanhe o andamento junto com a Lis referente ao evento que ocorrerá no Ceasar Business...”. (Eu tinha certeza que explodiria com todas aquelas responsabilidades).
No caminho enquanto organizava a pasta com todo orçamento detalhado para defender junto à cúpula da emissora, descia o elevador. Dentro, analisava de baixo a cima um cara. Estava só eu e ele. Sua imagem transmitia sedução. Fiquei de pau duro só de olhar para o corpo dele. Não sei, mas não consegui disfarçar. Deixei que ele notasse. E neste dia estava vestido como um diabo. De terno Tommy Hilfiger e óculos esportivo escuro.
Ele reparou que eu estava excitado e ficou me olhando indiscretamente. Ele provavelmente deveria ter uns 27 anos. Era másculo, forte e bem dotado. (Ele também estava de cacete duro). Chegou próximo ao meu ouvido e disse: “Assim que puder me liga!”. E introduziu seu número de telefone dentro do meu bolso. Sem total vergonha ainda passou a mão sobre meu pau. Foi o tempo em que o elevador abriu e desci correndo em direção ao primeiro táxi que apareceu em minha frente.
Dentro do carro a caminho da reunião Adriano ligou e informou que dormiria lá em casa desde que terminasse de escrever uma parte do seu livro. Ainda lhe restava dois meses até entregar o material para editora. Dentro de seis meses o livro estaria à venda.
Ainda em direção à Globosat fiquei olhando aquele cartão com o número daquele filho da mãe. Talvez valesse a pena curtir uma sem nóia, porém já me dava por satisfeito. Amassei e joguei o papel fora. Eu não corria atrás de ninguém até porque me considerava um anjo. (Vestido como diabo).
“Eric, confirma toda minha agenda... Fica a par da situação. Conversa com os diretores da empresa de mídia exterior... Vá até o comercial da Globosat, defenda o planejamento de mídia... Depois acompanhe o andamento junto com a Lis referente ao evento que ocorrerá no Ceasar Business...”. (Eu tinha certeza que explodiria com todas aquelas responsabilidades).
No caminho enquanto organizava a pasta com todo orçamento detalhado para defender junto à cúpula da emissora, descia o elevador. Dentro, analisava de baixo a cima um cara. Estava só eu e ele. Sua imagem transmitia sedução. Fiquei de pau duro só de olhar para o corpo dele. Não sei, mas não consegui disfarçar. Deixei que ele notasse. E neste dia estava vestido como um diabo. De terno Tommy Hilfiger e óculos esportivo escuro.
Ele reparou que eu estava excitado e ficou me olhando indiscretamente. Ele provavelmente deveria ter uns 27 anos. Era másculo, forte e bem dotado. (Ele também estava de cacete duro). Chegou próximo ao meu ouvido e disse: “Assim que puder me liga!”. E introduziu seu número de telefone dentro do meu bolso. Sem total vergonha ainda passou a mão sobre meu pau. Foi o tempo em que o elevador abriu e desci correndo em direção ao primeiro táxi que apareceu em minha frente.
Dentro do carro a caminho da reunião Adriano ligou e informou que dormiria lá em casa desde que terminasse de escrever uma parte do seu livro. Ainda lhe restava dois meses até entregar o material para editora. Dentro de seis meses o livro estaria à venda.
Ainda em direção à Globosat fiquei olhando aquele cartão com o número daquele filho da mãe. Talvez valesse a pena curtir uma sem nóia, porém já me dava por satisfeito. Amassei e joguei o papel fora. Eu não corria atrás de ninguém até porque me considerava um anjo. (Vestido como diabo).






